v2.0.3 · versão do termo: 2026-08-17
Este é o texto que o operador aceita na primeira execução da extensão. Sem aceite, a extração fica bloqueada. Ele aparece também nos ajustes e numa aba do painel, e as três primeiras linhas vão no cabeçalho de todo arquivo exportado.
O Coro é uma ferramenta de extração. Ele lê o que já está publicamente visível na tela de quem está usando, organiza e grava em arquivo. Ele não decide o que coletar, de quem, nem para quê — quem decide é o operador.
A GRAAL.hub não se responsabiliza pelo uso que for feito do dado extraído com esta ferramenta: nem pela finalidade, nem pela guarda, nem pelo compartilhamento, nem por qualquer consequência decorrente. A responsabilidade por tudo isso é inteiramente de quem opera a ferramenta e da organização em nome da qual ela é operada.
Isso inclui, sem limitação: a decisão de extrair; a escolha do post e do perfil; a base legal do tratamento; o local e o prazo de guarda; quem recebe o arquivo; o uso analítico, editorial, jurídico ou político que for dado ao conteúdo; e qualquer sanção, bloqueio de conta ou reclamação de titular que decorra disso.
Nome de perfil, foto, texto de opinião e horário de publicação identificam pessoa natural. Sob a LGPD (Lei 13.709/2018), quem decide a finalidade e os meios do tratamento é o controlador, e responde como tal.
Ao extrair, o operador e a organização em nome da qual ele age assumem esse papel. Isso traz obrigações concretas:
Extrair conteúdo de perfil de terceiro pela sessão do navegador contraria os Termos de Uso de Instagram, Facebook, TikTok e X, e pode levar à limitação ou ao bloqueio da conta usada.
O Coro declara em toda extração qual caminho usou — API oficial, sessão do navegador ou leitura da página — e prefere a API oficial sempre que ela estiver disponível e configurada. A decisão de usar os outros caminhos é do operador.
| O quê | Onde | Até quando | Sai da máquina? |
|---|---|---|---|
| Preferências (seleção, limites, endpoint) | chrome.storage.local | Até desinstalar | Não |
| Aceite do termo | chrome.storage.local | Até desinstalar ou revogar | Não |
| Última coleta (itens, autores, textos) | chrome.storage.local | Até clicar em Descartar no painel | Não |
| Token da Meta, chave do YouTube | chrome.storage.session | Fecha o navegador, some | Só para a API oficial da própria plataforma |
| Bearer do Worker | chrome.storage.session | Fecha o navegador, some | Só no envio explícito |
| Arquivos exportados | Onde o operador salvar | Responsabilidade do operador | Sim |
Pontos que merecem atenção:
A última coleta fica no disco. chrome.storage.local é o perfil do Chrome, não criptografado. Dado pessoal de milhares de titulares fica lá até alguém clicar em Descartar no painel. Quem opera num notebook que circula entre comitês precisa tratar isso como parte da rotina: exportou, descartou.
Credencial não vai para o disco. Token e chave vivem só na memória da sessão do navegador, não são acessíveis pelo código que roda dentro das redes sociais, e precisam ser colados de novo a cada vez que o Chrome for reaberto. O incômodo é proposital.
Nada é enviado para a GRAAL.hub. A extensão não tem telemetria, não tem analytics, não reporta uso. Sem o envio ao Worker ligado, ela não faz nenhuma requisição para fora das redes sociais que o operador já está visitando.
Nos ajustes, desligadas por padrão — apagar dado que o operador precisa é tão ruim quanto guardar dado demais. Ligar faz sentido quando o arquivo vai circular fora de quem extraiu.
Redigir contatos. Substitui e-mail, telefone, CPF e CNPJ por marcador no texto exportado. O resto do comentário fica intacto.
Pseudonimizar autores. Troca cada @usuário por um código estável dentro do arquivo. A análise de repetição e de volume por perfil continua funcionando; a identidade some. O sal é sorteado a cada extração de propósito: dois arquivos diferentes não podem ser cruzados para reidentificar ninguém.
GRAAL.hub — joao@graalhub.com
Titular que queira exercer direito sobre dado tratado numa coleta específica deve procurar o controlador daquele tratamento, que é a organização que operou a ferramenta, e não a GRAAL.hub na condição de autora do software.